sábado, 27 de dezembro de 2008

Clonidina

http://en.wikipedia.org/wiki/Clonidine

A vida é irônica demais. E às vezes, onde a gente menos espera, a gente encontra uma grande surpresa. Ou um presente daqueles. Que chacoalha tudo e acaba com aquele estado de anestesia. Sim. Um loooooooooongo período de anestesia. E - sinceramente - que bom que isso aconteceu, porque eu cheguei a pensar que isso duraria para sempre.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O ouvido fiel

Fiel às minhas preferências. Por que eu tenho que escolher um "partido musical" para defender? Eu gosto de muitas coisas. Não... não estou falando que eu sou eclética (ao contrário... estou muito longe disso); mas acho simplesmente terrível eu ter que escolher um estilo musical para defender.
Poxa... eu gosto de música. As que me dão vontade de dançar, as que me dão frio na barriga, as que me fazem arrepiar, as que me lembram bons momentos, as que me emocionam. Pode ser house, electro, techno, minimal, ragga, drum and bass, hip hop, maximal, rock, dubstep... até música pop vale! Mas tem que me fazer sentir alguma coisa (boa, é claro. Porque se a vontade for de sair correndo ou de tampar os ouvidos, não dá, né?).
Meus ouvidos são fiéis. Às minhas preferências e ao que me faz bem. E ponto final.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

4!

Quatro
Four
Quattro
Quatre
τέσσερα
keturi
ora patru
четири
cztery

E stop!

Né?

Por favor...



sábado, 13 de dezembro de 2008

Surpresas...

É engraçado como as coisas acontecem... a gente perde uma coisa aqui para ganhar outra ali... perde outra ali para ganhar outras mais adiante. Perdi algumas coisas, mas tenho sido freqüentemente presenteada. Ganhei MUITAS coisas bacanas nos últimos tempos. Ganhos que superam - e muito - as perdas. E quando paro para pensar nisso, fico muito muito muito feliz!
São as boas surpresas, que adoçam meus dias e me deixam muito contente.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Se o universo tende ao caos...

...por que justamente o meu quarto tem que ser diferente?

Né?

E eu ando me superando. Estou cada vez mais eficiente na arte de desorganizar ambientes.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Segunda-feira com cara de segunda-feira!

Essa narração também está no fotolog, mas eu acho tão tragicômica que achei válido postá-la aqui também.

Fazia tempo que uma segunda-feira não era tão SEGUNDA-FEIRA. Lá vou eu, toda contente e feliz, me arrumar para a última aula de uma das matérias que estou fazendo na UnB(largh). Me arrumo, pego meu carro, passo na cantina para pegar um café. Chego na sala de aula (5 minutos atrasada, para variar) e me deparo com enormes letras brancas no quadro: "PROVA RELÂMPAGO E AUTO-AVALIAÇÃO. INÍCIO: 8H. TÉRMINO: 10H". Okey. Prova surpresa. Ótimo para começar a semana. Mas foi tranquila. Fora o susto, né? Acabo a prova umas 9h30, ligo para casa e minha mãe me pede para levá-la a um lugar e deixar minha tia em outro. Começa a chover. Droga. Não gosto de dirigir na chuva. Vou para casa e encontro as duas. A chuva continua. Entramos no carro e, de repente, minha mãe olha para mim com uma cara de "oops, aprontei" e fala que vai mandar lavarem o banco do meu carro. No primeiro momento, não entendo nada. Depois de uns segundos, quando um cheiro insuportavelmente forte toma conta de todo o habitáculo, entendo o que aconteceu. Minha mãe segurava uma embalagem cheia de um sei-lá-o-quê que tinha um cheiro horrível e muito forte. E ela havia deixado cair um pouco daquele treco no banco de trás do meu carrinho. Blékati. Lá vamos nos três, com destino ao SOF norte, respirar ar aromatizado com o sei-lá-o-quê nada cheiroso por mais de 20 minutos (estava chovendo). Chego ao SOF. Minha tia desce do carro e volta 5 minutos depois. Estressadíssima. E com razão (razões dela, que não escreverei aqui). Minha mãe desce do carro. Na hora de descer, ela não ve que está perto de uma planta cheia de espinhos. E se enfia bem no meio da moita. E se desequilibra e quebra o salto da bota. Eu respiro fundo. Espero as duas se afastarem do carro. Estou com a seta ligada, aguardando a liberação de uma vaga. Roubam a minha vaga. Estaciono mais longe. Saio do carro e ando até o prédio. Vejo minha mãe sentada no chão e minha tia segurando a mão dela. Ela caiu por causa da bota sem salto.
Fazer o quê?
Rir. E muito. Para não chorar.

E minha mãe me deve uma lavagem com higienização dos bancos.