segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

2009...

Caramba... muito tempo sem escrever. Não exatamente o motivo [talvez eu até saiba, mas ele é algo tão difícil de traduzir em palavras que prefiro simplesmente dizer que eu não sei]. Mas voltei. Voltei para escrever um pouquinho sobre 2009. Mais especificamente sobre o meu 2009.
Foi um ano bacana. Muitas coisas boas aconteceram. Estive durante todo o ano cercada por amigos e pessoas queridas. Mas foi um ano difícil. Muito difícil. Um dos mais difíceis da minha vida. Foi a primeira vez que me dei conta de que eu já sou um adulto [hã?], com responsabilidades, deveres, afazeres, compromissos. Felizmente, junto com isso vem mais liberdade e mais autonomia. E mais e mais abacaxis para descascar e pepinos para resolver.
Foi um ano para amadurecer. Não do jeito chato que eu pensei que aconteceria. Mas de um jeito bacana. Percebi que eu posso crescer sem virar uma pessoa cisuda, chata e mal-humorada. Às vezes fico mal-humorada sim, como todo mundo, mas até bebês tem seus bad hair days... por que eu não os teria, né?
Esse ano também foi o ano das incertezas: onde eu moro? Com quem eu moro? Volto para a casa da vóvs? Fico? Continuo no Canarinho [naaaaaaaaaão!!!]? Me demito [siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!]? O que eu vou fazer da vida? Segunda graduação? Mestrado? Trabalhar mais? Trabalhar menos? Concurso? Sem curso [piadinha ruim]?
2009 foi o ano das conquistas: formatura, sucesso na apresentação, alívio ao sair de um emprego muito ruim, reconhecimento pelo meu trabalho com as crianças, amadurecimento no meu relacionamento com a vovó, coragem para voltar para a terapia, primeira vez dirigindo na estrada, maratonas, minha volta para o mundo da gastronomia...
Enfim... 2009 foi o ano da minha "adultescência" [será que existe uma palavra para definir essa fase - tão incerta quanto a adolescência - em que eu me econtro?].
Foi sim um ano bem bacana. E se você fez parte dele, aqui fica o meu muito obrigada. Muito obrigada por fazer de um ano tão complicado um período um pouco mais leve e alegre para mim.
E que venha 2010!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Sobre gastronomia, comportamento e o meu temperamento [por vezes] difícil...


Voltando a escrever para ver se a sensação física de raiva (manja aquela coceguinha chata que vai da boca do estômago até a garganta, sucedida por uma vontade inesgotável de dar um soco em qualquer coisa?) dá uma trégua.
Enfim... vamos ao que interessa: a (ainda sem fim e triste) história do sorvete de coco com estigmas de açafrão grego.
Tudo começa em 2007, quando uma das minhas amigas mais queridas volta da grécia com um pequeno embrulho para mim. Quando eu abri, lá estava, linda, reluzente e magnifíca: a minha caixinha com 0,358g (isso mesmo... menos de meio grama!) de açafrão grego. Okey, okey... para vc talvez isso seja tão bacana quanto um punhado de casca de bananas; mas para mim, uma apaixonada por cozinha, aquilo era tipo um dos MELHORES presentes que eu poderia ganhar. Isso porque o tal do açafrão tem um sabor característico, maravilhoso e que combina com doces e salgados. Sem falar que o negócio é caro. Muito caro. Hoje fiz uma pesquisa e uma caixinha com os mesmos 0,358g que eu ganhei está na faixa de R$ 26,00! E para tornar o presente ainda mais especial: eu fui a única pessoa de fora da família dela que foi lembrada na viagem (pelo menos no que se refere a compras...). Será que deu para entender o quanto a tal da caixinha de açafrão era valiosa para mim? E não falo apenas do valor financeiro... por isso eu estava esperando A (eu disse AAAAAAA) receita. Tinha que ser algo fabuloso, não necessariamente complicado. Muito tempo se passou, li várias receitas e nenhuma fazia os meus olhinhos brilharem.
Até que há mais ou menos um mês... tcharam! Achei a tal da receita (no blog do David Lebovitz): sorvete de coco com açafrão. Sorveteira recém-comprada, açafrão retirado do esquema de conservação, ingredientes comprados. Ok!
Ontem preparei a base do sorvete (que precisa ficar na geladeira de um dia para o outro antes de ir para a sorveteira). O plano era simples: chegaria em casa hoje na hora do almoço e colocaria aquela base linda (sério... o cheiro daquilo ficou indescritivel de tão bom... sem falar na cor e no colorido que os estigmas de açafrão deram para a mistura...) na minha máquina, que faria o trabalho árduo de bater e congelar a base (deixando-a cremosa e levemente aerada) durante a minha refeição. Mas planos estão sujeitos a falhas. E não sei ao certo como denominar a falha que ocorreu no meu plano.
O fato é que a Gê, minha querida Gê (e de irônico esse querida não tem nada, porque ela cuida de mim com o maior carinho) jogou a minha base (com açafrão e tudo!) no lixo pensando que era sopa do dia anterior. Na hora, a minha vontade era pular no pescoço dela... tipo vontade instantânea, dessas que aparecem e o bom senso manda a gente contar até 56378755560897 para manter o auto-controle. Sem falar no piti que eu tive que conter, porque a minha vontade era gritar e chutar tudo (sim... como menina mimada que sou), mas só soltei um "caramba, Gê... vacilo.... você tem que prestar mais atenção nas coisas, né, cacete!" e fiquei muda e muito séria. Durante todo o almoço (lembre-se que sou falante demais... nas refeições, inclusive).
Porém a raiva continuava. Como assim agora é moda sair jogando qualquer coisa fora sem cheirar só porque "parece sopa de ontem?". E por um acaso a sopa do dia anterior não pode estar boa? E como assim???? Como assim ela me joga um negócio fora sem ao menos ter a certeza do que é aquilo e - pior ainda - sem ter a certeza que a tal coisa está estragada?
Sim... ela, a Gê, minha querida Gê teve um dia difícil. Meu avô torrou a paciência dela até dizer chega. Ela já estava meio assim.... num daqueles very-bad-hair days e acabou se distraindo. Pena que a distração dela vitimou o meu apreciado presente. O meu pensamento seguinte à vontade de esganar alguém (no caso ela, a Gê) foi fazê-la pagar pelo açafrão que foi para o lixo. Mas logo depois vem a minha bendita (???) humanidade (?!??!??!?!??) que me lembra de toda a luta dela para ganhar o salário. E aí eu penso nos filhos dela e aí vem o conflito: erros como esse aconteceram com muita freqüência (com trema porque eu sou anti-reforma) nos últimos tempos e não fazê-la pagar pode dar margem a novos e mais freqüentes erros. Fazê-la pagar significa tirar dinheiro de onde há muito pouco. E assim... o maior valor daquela caixinha com 0,358g de tirinhas vermelhas não era financeiro. Minha decisão? Adivinha só...
Concluindo a minha história, ainda resta meia caixinha de açafrão. Que vai virar outra base de sorvete. Que - como deveria ter acontecido com o primeiro - será partilhado entre alguns queridos amigos, incluindo aquela amiga que me deu o presente.
Que essa (futuramente feliz) história sirva de lição para mim e para a Gê...
E ramo prá cozinha!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O crime da semana...


Bom... inspirada pela Flávia Pantoja e guiada pelo David Lebovitz, resolvi finalmente testar aqueeeeeeeeeeela receita MA-RA-VI-LHO-SA de brownie. E deu certo. E ficou linda. E ainda restam alguns pedaços...
Ando com vaaaaaaaaárias receitas na fila. Várias mesmo. De sanduíche de carne apimentada a trufa de champanhe, passando por saladinhas aromáticas, cafés, bolos, risotos, mais saladinhas e frozen yogurt (mas só quando a minha sorveteira e a minha iogurteira chegarem, porque aí até o iogurte vai ser homemade ^^).
Acho que ando motivada para praticar arte gastronômica. E definitivamente: eu não me responsabilizo pela dieta de ninguém. Só pela minha! HÁ!
Na fota? Cheesecake brownie. A receita tá no site do Lebovitz!

=)

sábado, 7 de novembro de 2009

Caramelo!

Meu blog, minhas besteiras, escrevo o que eu quiser...
É uma bobeira muito muito grande, mas me deixou tão contente que eu precisava dividir com as pessoas, escrever, me expressar [terapia mode on...hehehehehehehehehe]
Depois de anos e anos de ensaio, eu finalmente comprei um...
um...
um...
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tcharam!
TERMÔMETRO CULINÁRIO!

Ok! Mas para que infernos eu iria querer um termômetro culinário?
Bem... dizem por aí que a prova final para quem gosta de fazer doces é o tal do caramelo. Que fazer um bom caramelo depende de técnica, paciência, feeling, açúcar [é claro!] e um bendito termômetro! Pois é! Comprei. Usei. E não é que meu caramelo virou uma bala toffee coberta com chocolate que fez sucesso? Agora estou em busca de receitas bacanas que tenham caramelo E chocolate como parte dos ingredientes, pois o Natal se aproxima (SOCOOOOOOOOOOOORROOOOOOOOOOO!!) e poucas coisas tem tanta cara de comida de Natal quanto chocolate e caramelo!

P.S. motivo 2 para esse post: se eu fosse escrever sobre o tema "não gastrnômico"que anda rondando a minha cabeça, ia ser um festival de palavrão de fazer inveja.... =X

sábado, 31 de outubro de 2009

Pequena chef

Cozinhar é - DEFINITIVAMENTE - uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Ultimamente tenho passado parte considerável do meu tempo livra na cozinha... ou na internet buscando novos blogs, novos livros, novas leituras sobre o tema.
Engraçado isso... há um ano eu jurava ter "perdido a mão" para cozinha. Hoje eu fiz um bolo de laranja com azeite (!!!) e vinho (!!!!) e só o cheiro do dito cujo me dizia exatamente o contrário...
E quem comeu o tal bolo que se manifeste!

=)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

cri cri cri

O fato é que a correria de final de ano deixa meu cérebro completamente tomado por apresentação e abandonado pelas boas ideias...

=X

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Oh Yeah!

Hoje eu acordei com uma boa notícia: vovó Gilda está de bengala. Talvez para você isso não faça o menor sentido, né?
Eu estou feliz porque minha avó está de bengala. Mas vamos à história: em fevereiro do ano passado, minha vovó lindinha, que já usava andador, machucou o joelho e foi obrigada a usar cadeira de rodas. Nas nossas cabeças (minha e do resto da família), ela dificilmente voltaria a andar de andador. Seria cadeirante para "sempre". Ficaríamos muitíssimo satisfeitos se as dores que ela sentia naquela época (que acabavam com as noites de sono da casa toda) se tornassem menos intensas, mas ganhamos um presente maior ainda! Muita dedicação (da mums e da minha tia), muito amor, muita bronca (sim, sim... afinal acomodar-se e desanimar numa situação como a que a vóvs se encontrava é mais do que esperado) e muito esforço fizeram com que a vóvs conseguisse voltar para o andador. E hoje a fisioterapeuta decidiu que a vóvs deve andar de bengala dentro de casa...
Bacana, né?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Presente

Cenário
minha sala de ballet

Personagens
Carol: a tia de ballet E bióloga
Eduardo: menino curioso e muito fofo do 2° ano do EF, que sabe que a Carol é bióloga e vive perguntando coisas sobre bichos e plntas para ela.

A História
Era uma vez no final da última aula de hoje, eu mesma, a Carol [ooooooh!]. Eu, a Carol, estava toda contente e feliz arrumando meu material para finalmente poder ir para casa, quando o Eduardo, curioso como sempre, se aproxima:
- Tia Carol, você ia gostar se eu te desse um bichinho de presente?
- Ué... não sendo uma barata ou coisa parecida... acho que sim!
Então, Eduardo se aproxima e abre sua mão... e o que tem nela? UM BESOURO! Eu não sabia o que fazer. Fiz uma cara de pavor, certamente, porque não era um simples besourinho. Era um senhor besouro cascudo... desses enoooooooooormes. E o diálogo continua:
- Gostou, tia?
- ...
- Gostou? Ficou feliz com o presente?
- Errr... é... então, Eduardo, acho que o bichinho vai ficar mais feliz se você devolver ele para a natureza.
E lá se foi o Eduardo colocar o pobre [irc!] besouro de volta no jardim.

Tia de ballet passa por cada uma...

=D

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pela gentileza e pela educação

Como é booooooooooom estar cercada por pessoas educadas, né?
São muitas as situações em que uma atitude bacana de alguém pode fazer a qualidade de um dia melhorar um pouquinho...[
Bom dia, boa tarde e boa noite, para começo de conversa. Ao sair do prédio, ao chegar ao trabalho ou à escola. E não falo sobre aquele "oi" forçado, e sim sobre um "bom dia" sincero e cheio de energia.
Com licença, por favor, muito obrigada. Sim. As palavrinhas mágicas que a tia da pré-escola tanto frisava. E escrevia no quadro e pregava no mural. São importantes. Um pedido que não é antecedido por um "por favor" pode soar extremamente arrogante e mal educado. Um "muito obrigada" depois de receber alguma gentileza ou ter um pedido atendido também é muito bacana.
Isso sem falar em pequenas atitudes, como segurar a porta do elevador para alguém, ajudar o seu vizinho gente boa a carregar as compras, dar passagem para algum carro naquele [maldito] trânsito de meio-dia, dar um pouquinho de atenção ao seu priminho ou irmão mais novo... enfim, são incontáveis as atitudes que podem melhorar um pouco a qualidade dos nossos dias.
E aqui fica o meu convite: vamos tentar ser mais cordiais, gentis e educados?

=D

E uma boa noite para todos!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

É...

Tenho tido crises de adulto com longos intervalos de adolescência...
Por que ninguém me falou que é tão estranho e difícil ter 23 anos, hein?
É tipo uma segunda puberdade...
Confuso, bagunçado, cheio de dúvidas. A diferença é que agora é mais tenso e muito mais divertido.


domingo, 20 de setembro de 2009

ATCHIM!

Bom...
Vamos lá...
Esse post é um desabafo. Acho que nunca escrevi sobre saúde por aqui. Pelo menos sob um foco não nutricional. Mas há um probleminha que se tornou um problemão na minha vida, e isso tem me aborrecido demais, porque eu não sei ficar não-saudável (doente é a ^#*&$#@!@#$#, ok?).
Bem... eu tenho rinosinusite alérgica. E em épocas de secura ou de tempo muito quente, essa porcaria ganha força e vira uma espécie de asma funcional. É uma merda. Em primeiro lugar, porque respirar é algo muito prazeroso e bacana, e não conseguir fazer isso direito é uó. Em segundo, como quase todo mundo sabe, eu amo fazer atividades físicas e respirar mal é algo que atrapalha demaaaaaaaais a minha performance. E ainda há um terceiro motivo, que para mim tem sido o pior: quem não respira bem, não consegue dormir bem, tem muita (eu disse MUITA) dor-de-cabeça e (ooooooooooh!) falta de ar. E ainda tem as crises de espirro. ECA! Aí você pode se perguntar "por que você não toma remédio para isso?". Simples. Remédio é paliativo e não resolve essa p**** de problema. Além disso, as drogas voltadas para o meu probleminha são entupidas de corticóide. Aí não dá, né?
Então... resumindo bem porque que eu senti vontade de escrever sobre isso: não posso dizer que o findi foi ruim. Não mesmo. Foi bem bacana, até. Vi muita gente querida, fiz baguncinhas.... Mas esse findi podia ter sido FODA se eu não estivesse tão mal por causa dessa p**** de rinosinusite. Perdi DUAS festas bacanas por causa disso. E to puta por causa disso. Eu, que amo bagunça, que gosto tanto das pessoas que estavam nas festas, não pude ir e aproveitar porque parecia haver uma bigorna de 10ton em cima da minha cabeça.
A solução para os meus problemas? Espero que um acumpunturista encontre...
E quer saber? FODA-SE o mal estar.... let`s go to the party!!!

PRONTOPHALEY!

domingo, 6 de setembro de 2009

Vontades

Tem gente que sente mais vontade de comer doce, tem gente que sente mais vontade de comer coisas salgadas. Eu não me encaixo em nenhum dos dois grupos. Enquanto a maioria das pessoas tem vontade de comer, eu tenho vontade de cozinhar. Mas não vale pegar aquela receitinha x ou aquela outra receitinha y e copiar. NÃO! Eu gosto de criar as minhas próprias receitas.
Tenho livros de receitas (e uma lista enorme com váaaaaarios títulos a serem adquiridos), mas acho os livros que ensinam técnicas muito mais interessantes, pois são estes últimos que me dão as armas necessárias para ir à cozinha e criar as minhas próprias comidinhas. Acompanho sites e revistas de gastronomia para conhecer novos ingredientes e para garimpar idéias para as minhas criações.
Ultimamente tenho tido muitas vontades. Vontade de testar uma receita de hamburger de salmão com endro e queijo gouda, vontade de fazer panquecas, de preparar aqueeeeeeele bolo de cenoura com cobertura de baunilha. Mas a vedete dos meus dias tem sido ele. Ele que tem um aroma quase afrodisíaco para a maioria das pessoas. Ele que está presente em bebidas, em sobremesas, no intervalo das aulas, acompanhando um bom café. Ele que é tão procurado pela maioria das mulheres em uma época específica do mês. Ele que quando está novo e fresquinho, tem uma cor e um brilho inigualáveis, e ao ser partido, faz aquele "croc" tão característico. Ele, vossa majestade culinária, o CHOCOLATE AMARGO.
São tantas idéias e possibilidades... fondant, brownie, bolo, biscoitinhos, trufa, mousse... e por isso eu comprei 2 kg dessa maravilha para fazer e acontecer na minha cozinha. E melhor do que ver uma das minhas criações saindo exatamente como imaginei é reunir os amigos para que eles possam degusta-la e desfrutar alguns bons momentos comigo.

Alguém quer um pedaço?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cabeça de ervilha

Então...
Esse post pode parecer arrogante ou qualquer coisa parecida, mas o blog é meu e eu quero desabafar!
(UI!)

Pois é... me deparando com algumas situações, conclui que muita gente acha "maior legal" ser "maior ignorante". Não. Não falo de gente sem condição ou oportunidade de estudo. Pelo contrário. A maior parte dessas pessoas teve acesso a bons livros, escola, Internet, educação em casa. Mas ainda assim, essas pessoas não conseguem absorver um pingo de informação. Nada. E ainda rotulam aqueles que sabem conversar sobre mais de meia dúzia de coisas.

Então... para resumir: cultivar um QI de ervilha não é legal e ter um pouco de conhecimentos gerais não faz mal, ok?


Prontophaley!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ui...

Estava ouvindo umas músicas que eram a trilha sonora dos meus dias no início do ano passado.
E elas têm o poder de me levar de volta para aqueles dias. Não que eu sinta saudade deles (até porque foram dias bem difíceis...)... mas acho engraçado como volto a me sentir "a carol de um ano e meio atrás)...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A rainha da bagunça

Mums sempre me pergunta por que eu não consigo manter minhas coisas organizadas. É simples: eu bagunço sem perceber. Existem momentos críticos em que isso ocorre.
Quando estou com sono, por exemplo. Nem adianta tentar. Vou espalhar tudo, largar tudo onde der e pronto.
Pressa. É outra coisa que bagunça meu mundo. E como eu sempre estou atrasada, sempre estou com pressa.
Resultado?
Minha casa, meu carro, minhas bolsas, tudo.... tá tudo uma mega master super zona!

Ai...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A MINHA receita de brownie

E quando eu falo que é minha, é pq eu gastei muita farinha e chocolate fazendo testes até chegar numa receita "testada e aprovada". Ah! Se alguém testar, me fala o que achou do resultado, tá? =)

Brownie da Carol

Ingredientes

150g de chocolate meio amargo (ou 1 barra de 180g...)

150g de mateiga sem sal (ou margarina com mais de 65% de lipídios)

2 ovos

1 xícara de açúcar mascavo

1 xícara de açúcar branco

1 colher de chá de essência de baunilha

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de sopa de fermento químico em pó

100 g de nozes picadas (opcional)

Modo de preparo

Derreta o chocolate picado misturado com a manteiga no microondas em potência média e reserve. Bata vigorosamente os ovos, a baunilha e os açúcares utilizando uma colher de pau. Acrescente a mistura de chocolate com margarina e mexa até ficar homogêneo. Junte a farinha e o fermento aos poucos, misturando bem. Acrescente as nozes, se desejar. Verta a massa num tabuleiro ou refratário (30cm x 20cm) untado e enfarinhado. Asse em forno pré-aquecido em temperatura média por 35min.

Umas dicas:

  • o chocolate meio amargo pode ser substituído pela mesma quantidade chocolate branco ou por 1 lata de leite condensado cozido por 40min na panela de pressão.
  • se desejar uma textura mais leve, acrescente 50g de farinha de amêndoas à farinha de trigo (no La Palma da 404 norte vc encontra pacotinhos de 100g
  • a quantidade de chocolate pode variar entre 150g e 200g, mas quanto mais chocolate, mais "solado" (e gostoso!) brownie .
  • também dá para substituir o chocolate meio amargo por chocolate branco, mas nesse caso, eu só coloco 3/4 de xícara de cada tipo de açúcar.
  • o brownie sai do forno ainda mole, e ganha um pouco de consistência após esfriar (mas tem gente que prefere comer morninho...)

sábado, 22 de agosto de 2009

Índice Glicêmico

Quando as pessoas me perguntam "Carol, você come isso? E aquilo? E aquilo outro? Não? Porqueeeeeeeeê?", muitas vezes a resposta é "Não como porque o índice glicêmico disso é muito alto"; ou "Só como acompanhado por outro-alimento-xis-ípsilon-zê para diminuir o índice glicêmico". Então vem a outra pergunta (que eu nem sempre respondo satisfatoriamente): o que INFERNOS é esse tal de índice glicêmico? Bem... eu achei uma boa explicação. O texto não é meu, mas é bem elucidativo, bem didático.

Índice Glicêmico (IG)
O Índice Glicêmico mede a capacidade que os carboidratos têm de aumentar o açúcar sangüíneo. Toda vez que ingerimos carboidratos, estes entram na corrente sangüínea com velocidades diferentes.
Os alimentos com alto IG elevam rapidamente o açúcar sangüíneo, liberando muita insulina e resultando em formação de gordura corporal. Um bom momento para ingeri-los é depois da atividade física, pois fornecem energia rápida para a recuperação do esforço (glicogêneo muscular). Ao contrário, os carboidratos de baixo IG, elevam lentamente a glicemia. Devem ser ingeridos na maior parte do tempo e também antes da atividade física, para fornecer energia contínua durante um prolongado período de tempo, mantendo os níveis de açúcar sangüíneo normais. Esta é a razão pela qual o Índice Glicêmico está sendo muito utilizado pelos médicos e nutricionistas, pois é através dele que são controlados o açúcar sangüíneo, o emagrecimento e a melhora da saúde em geral.
O Índice Glicêmico pode ser influenciado pelo teor de fibra, proteína e gorduras contidas nos alimentos, que por sua vez diminuem a velocidade com que os carboidratos de alto IG são absorvidos pelo organismo. Além disso, o modo de preparo do alimento também é um fator importante. Quanto mais processado o alimento (amassar, cozinhar por longo tempo, triturar, peneirar, etc), menos fibra terá este alimento e conseqüentemente maior será o IG do produto final.
O IG é classificado como:

Até 55 –
Baixo
Entre 56-59 –
Moderado
Acima de 70 –
Alto

Veja o IG de alguns alimentos:
AlimentoIG
Açúcar70
Frutose19
Batata Cozida85
Arroz branco87
Arroz integral55
Pão Branco70
Pão de Centeio58
Feijão20

Fonte: Foster-Powel, A Nova Revolução da Glicose, 2003.

Nham!

Bom... eu ainda penso em criar um blog sobre alimentação, mas já que ando meio sem inspiração para isso, vou - pelo menos por enquanto - usar um novo marcador por aqui para poder escrever sobre o assunto. Afinal essa é a minha miscelânea e eu escrevo sobre o que eu quiser aqui, neam?

Eu tenho um pé (na verdade, dois pés, duas mãos e a cabeça) na Nutrição e ciências (!) e artes (!) afins. Gosto de falar, discutir, pensar, criar e ler sobre isso. E agora eu vou tentar escrever um pouquinho sobre. (AINDA) Não estou tentando ser nutricionista, ok? São só as minhas impressões, opiniões e questionamentos sobre algo que está (ou deveria estar) sempre presente na vida de todos (menos na daqueles que juram viver de luz =p ): comida! Ah! De vez em quando eu também vou postar umas receitinhas! =)

O marcador Comi e feliz é para assuntos relacionados a comida saudável e o marcador Comi e fiquei triste.. bem... dispensa explicações!

E que eu consiga atualizar mais isso aqui, porque escrever é muito bom e faz um bem danado para o meu céLeBro!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Eu virtual...

Este é um daqueles deliciosos momentos em que o meu eu real está muito, muito maior e mais evidente do que o meu eu virtual.
Então deixa eu sair desse PC e aproveitar isso bem direitinho....

=)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Projetos

Sempre, desde pequenininha, me lembro de ter muitos projetos em mente. Na verdade, acho que praticamente todas as minhas ações "não-vitais" podem ser caracterizadas como projetos de menor ou maior porte. Até aquela idéia maluca, repentina, non-sense e fora da rotina (eu crio um projeto rápido na minha cabeça e tento concretizá-lo quase que simultaneamente).
Já concretizei muitos dos meus projetos. Alguns ficaram por anos na gaveta até se tornarem algo real. Outros foram colocados em prática quase que no momento em que surgiram. Às vezes eu não preciso fazer muita coisa para a idéia virar realidade, mas às vezes gasto muito tempo e esforço.
Atualmente tenho alguns projetos:
- comprar um ipod;
- fazer uma pós-graduação;
- ir para a academia amanhã de manhã;
- terminar a graduação em Nutrição;
- começar (e manter) um blog sobre alimentação saudável (éééééééééé!!!);
- fazer um programinha light com a mums antes do final das férias;
- lavar as louças que estão na pia.

Será que dá para perceber que praticamente qualquer coisa no meu cérebro é transformada em projeto?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

(IN)Completa

Hoje eu ouvi da Sr Mums que eu sempre faço mais coisas do que deveria fazer. Que eu sempre quero fazer em um dia muito mais do que poderia ser (bem) feito em 24h.
Aí vem aquela sensação que eu odeio. A de não completar nenhuma das tarefas diárias. A de não conseguir fazer tudo o que eu gostaria da forma como gostaria. Não sei se é problema para administrar o tempo (nunca fui muito boa nisso), não sei se de fato faço muitas coisas. Só sei que de uns anos para cá tenho andado quase sempre muito ocupada. E mesmo assim não faço metade de tudo o que gostaria de fazer.
A solução para isso? Se alguém souber, me fala, por favor...

terça-feira, 30 de junho de 2009

Tempo de RE...

...inventar
...pensar
...criar
...construir
...novar
...partir
...fazer.

Enfim... acho que o final da minha [primeira?] graduação está me deixando com vontade de ir além, sabe? Novas tentativas, novas possibilidades. novos saltos...

Boa sorte para mim.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Tenho vontade de escrever....

... mas tá rolando um congestionamento de idéias no meu cérebro.

domingo, 7 de junho de 2009

Profissão

"Você faz Direito? Eu faço gostoso e ainda ensino a comer"

Achei isso genial...
Pode parecer uma bobeira, mas achei taão legal..

Bem... todo mundo que me conhece pelo menos razoavelmente sabe que eu sou a crise vocacional em forma de pessoa. Que minha "futura profissão" muda a cada espirro que eu dou (e na minha atual condição de pessoa alérgica, espirros são eventos muito frenquentes no meu dia-a-dia).
Já quis ser piloto de avião, astronauta, fazendeira, veterinária, advogada, jornalista, diplomata, engenheira, fotógrafa, publicitária, empresária, produtora, bailarina, professora, pesquisadora... e apesar desta lista gigantesca, uma área sempre me interessou: Nutrição.
E esse acho que vou voltar para Nutrição e aliar isso a outra paixão: Gastronomia.
Então... será que eu aguento mais duas graduações?

=)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A Escola

Eu gosto de trabalhar em escola. Talvez pela nostalgia que esse ambiente provoca em mim. Talvez pelos meus colegas de trabalho. Talvez pelos dois motivos. Gosto de entrar na escola e perceber os meus sentidos estimulados.
Escola tem cor. De bolinha de papel crepon enrolada por dedinhos pequenos. De lápis de cor. De massinha de modelar. De giz e giz de cera. De papel celofane. De purpurina e de hidrocor.
Escola tem cheiro. De biscoito recheado e suco na hora do lanchinho. De shampoo na hora de banho. De perfume da tia, que recebe cada um com tanto carinho na porta da sala de aula.
Escola tem som. Das músicas da hora da rodinha. Da gritaria no parquinho. Das palminhas na hora da brincadeira.
Escola tem gosto. De bolo e doce das festinhas de aniversário. De fruta na aula de nutrição. De tempero e verdura colhidos na horta comunitária.
Escola tem tato... aquele carinho que a tia faz quando a gente chora ou se machuca, ou aquela sensação gostosa de um beijo estalado.

=)

domingo, 10 de maio de 2009

Dancemus, rebolemus & sijoguemus!

No flyer da festa Criolina há os dizeres "Dancemus & rebolemus".  Achei fantástico e resolvi me apropriar da pequena frase e reescrevê-la de acordo com a minha crença e conveniência! Há!

Sei que escrevo muito sobre música, dança e as sensações maravilhosas que estas duas coisas provocam em mim; mas sinceramente, para mim há poucas coisas tão fantásticas quanto ouvir uma música e colocar todo o esqueleto para chacoalhar no ritmo dela (tá... às vezes nem é taaaaaaaaaaaaanto assim no ritmo).
É muito gostoso pode dançar de qualquer jeito: fazendo passinho marcado/coreografado, balançando o corpo, rebolando até o chão, sacudindo a cabeça, balançando o cabelo, sozinho, interagindo com a galera, em dupla, em trio. E é melhor ainda quando você consegue fazer isso numa festa. A Makossa para mim virou isso: uma festa onde eu sei que eu posso dançar do jeito que eu gosto. E infelizmente não dá para fazer em qualquer festa o que se faz por lá.
Dançar é uma das coisas que mais faz eu me sentir VIVA. Quando danço, sinto que estou aproveitando minha vida. Eu gosto. Me faz bem. E eu não falo de dança "caruda" (talvez daí venha a minha desilusão com o ballet) e sim de dança jogada, rebolada, cheia de instinto e emoção (ui!).
Então eu recomendo aos meus amigos: dancemus, rebolemus & sijoguemus. Quem me acompanha?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Raiva

Já se sentiu muito exposto e despotegido?
Pois foi exatamente assim que me senti ao encontrar meu carro arrombado (pela 2a vez em menos de 1 ano) e revirado numa terça-feira pela manhã. E lá se foi a terça-feira útil (tive que tranformá-la numa terça-feira remediativa, de idas à PC, oficina e coisas do tipo).
Passou. A raiva ainda está aqui. O medo apareceu por aqui. E espero que dessa vez eu tenha aprendido a lição. Síndrome de caracol nos dias de hoje? não dá não... eles abrem seu carro até para fuçar saco plástico cheio de papel. Afffffff

Mas já já passa...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Ressaca?

Uma das coisas que mais tem me desanimado a escrever aqui é o fato de ter andado numa "vibe reclamativa" muito forte.
Aí eu resolvi pensar um pouco. Por que eu tenho reclamado tanto? Será que está tudo tão ruim? Bem... ruim não está. Depois de muita tempestade, a maré está boa para surfar (porque essa história de calmaria é um saco, né? =P ). O fato é: eu ainda estou de ressaca. E nem é alcoólica. É ressaca de estresse, mesmo. Nunca me cansei tanto. Nunca me senti tão pressionada, mas acho que aprendi muita coisa (principalmente com relação aos meus próprios limites).
O início desse ano não foi fácil para mim. Incertezas sobre trabalho, casa nova, o divórcio dos meus avós e da minha mum (tá que agora ele reataram, mas o relacionamento tá mais para "namoro", sabe?), o final da graduação, incertezas profissionais. Vi um bom pedaço da minha vida virar de cabeça para baixo. Ainda não tenho certeza se consegui processar algumas dessas mudanças . Acho que isso tem relação com adaptabilidade. Quando eu escolho mudar alguma coisa, o processo de adaptação é rápido e tranquilo; mas quando a situação nova é uma imposição, sinto dificuldade para me enquadrar às novas regras, hábitos, padrões (ou falta destes). Foi tanta pancada de uma vez só que eu fiquei meio tonta. Meio perdida. Cheguei até a não me reconhecer direito. Desânimo, sono, cansaço, um pouquinho de tristeza.
Por isso eu reclamava. Resmungava. Mas passou. E a ressaca está passando. Agora é procurar a "ultra mega good vibe" tão característica de La Berçot em alguma caixinha dentro do armário e voltar a usa-la no dia-a-dia.
E viva o tal do "CARPE DIEM"

=)

segunda-feira, 30 de março de 2009

Alívio

Pedi demissão. Foi simples. Foi rápido.
Na hora, até que deu um frio na barriga. Sei lá... vai que o lugar novo não está assim tão certo? Mas quer saber? Isso não importa. Lá estava tão ruim que dinheiro nenhum (tá... por muito dinheiro eu até cogitaria) pagava o meu esforço.
Mas é isso. Estou me sentindo muito livre agora. Os meus dois empregos estão bem, obrigada. E espero que continuem assim.
E eu estou me sentindo realmente aliviada!

=)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Uma bigorna amarrada ao pé

Desde 3 de fevereiro estou trabalhando naquela escola. Quem me conhece e acompanha um pouquinho do meu dia-a-dia sabe de que escola estou falando.
Desde esse dia, me sinto esmagada pela minha rotina. Acorda cedo, trabalha, malha, fica muito cansada, dorme, acorda cedo para começar tudo de novo. Durante o tal do "trabalha" ali em cima, tenho que aturar chefe estúpido, sapo injusto de coordenador, criança mal educada, ambiente de trabalho inapropriado. Para melhorar, na tal escola o molde das aulas é meio industrial. Qualquer atividade diferente do arroz com feijão precisa ser autorizado pelas diretoras/donas da escola. Que quase nunca aprovam o que os professores sugerem. É tudo pré-determinado, tipo receita de bolo. Até as anotações que vão para as agendas das crianças são impostas pela coordenação (são papeizinhos recortados entregues aos professores para que eles colem na agenda das crianças). Aí você tenta imaginar: eu, que nem receita de bolo consigo seguir na íntegra, consigo me sentir bem trabalhando num lugar assim? Não!
Outro detalhe: nunca trabalhei numa escola que tivesse donos. Todas as escolas em que trabalhei anteriormente tinham mantenedoras, organizações responsáveis pelo colégio. Já essa escola é uma empresa familiar. E as chefes tem um pensamento do tipo "eu te pago e você é meu empregado e me obedece"; mas elas esquecem que elas me pagam para prestar um serviço que dá dinheiro para elas. Para ser sincera, elas me repassam menos de 10% do que o serviço que eu presto gera de renda para elas. Bacana, né?
Por esses e outros motivos, tenho me sentido pressionada, emagada pelo meu dia-a-dia. tenho acordado cansada e chateada. O início de um dia mais parece o início de um martírio. Na última semana, na terça e na quinta, trabalhei das 8h as 19h sem intarvalo.
Algumas coisas aliviam muito toda essa tensão: malhar, passear com a Luna (ou mesmo poder gastar 10 minutinhos com ela no colo), ver o namorado, sair com os amigos, aproveitar a companhia da mum. Mas o desgaste tem sido tão intenso, que nos momentos livres, minha maior vontade é dormir. E tenho dormido. Mais do que o usual. mais do que eu costumo precisar. Mas mesmo assim, eu brigo com o cansaço para aproveitar um pouco do tempo. E saio. E relaxo. E vejo as pessoas. Mas o cansaço é tão intenso que raramente consigo me sentir inteira e aproveitar com toda a intensidade tão característica...
Mas talvez isso mude. Talvez esta semana que se inicia hoje venha repleta de boas notícias. E aí eu chuto o balde e me solto dessa bigorna presa ao meu pé!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

...

Eu quero escrever, mas não sei como. Nem o quê.
Tempos difíceis, honey... tempos difíceis. E eu já disse que eu não estava sentindo a menor saudade disso?
Que passe rápido, porque não tá NADA indolor.

E eu? Totalmente chata mode on.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Um puta soco no estômago...

Ilha das Flores...

Acho que já vi esse vídeo umas 10 vezes, mas sempre acabo me surpreendendo e gastando um bom tempo pensando sobre ele...
Eu aqui, reclamando de um monte de bobagem e uma galeeeeera se alimentando com o resto do que foi destinado à alimentação de porcos...
Shame on me...

=X

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Spoiled

Mimada?
Eu?
Naaão... besteira!
Olha só: filha única, criada por mãe, avô coruja e 2 avós corujas-ao-quadrado. Neta mais nova por muitos anos. E para melhorar, eu vivia doente (o que só aumentava a espessura da redoma. Eca!).
E depois as pessoas não entendem porque eu sou mimada...

=P

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Let's work!

Okey. Sei que tenho reclamado demais nos meus posts. E realmente, eu reclamo pra caralho. Mas agora deu vontade de escrever um pouquinho sobre uma das coisas que tem me aborrecido tanto nos últimos tempos (bom... direta ou indiretamente, 90% do que me aborrece atualmente tem alguma relação com trabalho/profissão, então esse post vai ser basicamente sobre trabalho).
Comecei a trabalhar um pouco cedo. Talvez tenha sido a primeira pessoa do meu círculo de amizades da escola a arrumar algo para fazer. Sempre fui assim. Gosto de produzir, gosto de me sentir útil, gosto de ter minha independência. E eu fiz basicamente duas coisas: dei aulas de ballet e trabalhei com cozinha (momento tira-onda: quem já provou meus cookies, meu brownie, meu petit gateau ou uma das minhas tortas pode dizer o tanto que eu trabalhava direitinho.. hahahahahahaha). Dança e gastronomia/culinária/nutrição. Duas paixões que acabaram virando trabalho. Até aí, perfeito, né? Pois é! O que acontece é que eu amo dançar, e não ensinar a dançar. E eu amo ir para a cozinha para criar coisas novas, e não para reproduzir 57574949800 vezes a mesma receita.
Anlisando melhor a situação, percebi outra coisa: crianças podem ser legais e é um puta aprendizado trabalhar com elas. É necessário ter muita paciência, jogo de cintura, criatividade. Mas eu sinto falta de interagir com ADULTOS. Sinto falta de gente grande perto de mim, porque venhamos e convenhamos... passar um dia inteiro ouvindo falar sobre o mais novo modelo de Barbie ou sobre aquele desenho das princesas que acabou de estrear no Cartoon Network é o Ó!
Mais ainda: parece que a minha rotina de trabalho me isola do mundo, me isola das pessoas. Ballet é um negócio estranho... além de ser um tipo de dança elitista (siiiiiiiiiiiiiiiiim... é muito elitista!!!), é uma manifestação de arte meio alheia ao que acontece por aí. Então é entrar na sala de aula, tentar transportar minhas alunas para um mundo mágico da fantasia e sair de lá como se nada além daquilo existisse.
Também tem aquela história de ser exemplo. "Mas você é a tia de ballet que elas tanto amam... tem que dar o exemplo". Bom... por causa dessa história de exemplo, já deixei de fazer muita coisa. É muita pressão. Pressão dos pais, dos coordenadores e até das próprias alunas.
Eu podia gastar muitas, muitas linhas escrevendo sobre o que tem me deixado insatisfeita em relação ao meu trabalho. Então, resumindo um pouco a história (que ficou bem confusa...hahahahahahahah): CANSEI! Tenho entrado em sala sem motivação, minhas idéias para inovar as aulas já se esgotaram. Cansei de ballet, de ensino, de collant, de coque, de sapatilha, de Piaget, de "Tia Carol", de pliés, de jetés, de espelhos.
E agora? Agora é quebrar a cabeça e encontrar um novo rumo.
So... Let's work!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Prontoreclamei!

Já que o espaço é meu e eu escrevo o que eu quiser, aí vai mais um post da sessão palavraterapia.
Bem... sabe aquele dia em que um monte de coisa dá muito errado? Sabe aquele dia em que nem a mais otimista e bem humorada pessoa consegue ficar de boa? Pois é....
Topêdavidamermo!
Mas passa...

E vida de adulto às vezes é uma merda!

=P

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Desabafo?

Vai em Português informal mesmo, porque soltar o verbo formalmente nunca foi meu forte...

CARALHO!!!
Por que infernos as pessoas acham que namorar é se enfiar em casa pra sempre e sentar no sofá para ver televisão? Esquecem que tem amigo, esquecem que tem vida social, às vezes até de trabalho e de estudo conseguem esquecer... Adotam uma rotina "apenas-eu-e-você-você-e-eu" que no início pode até ser bacana, mas com o passar dos tempos, se torna chata. Caramba!!! Na minha opinião, o equilíbrio é a base de tudo. É saber dosar o tempo a dois, o tempo a dois no meio das galeras, o tempo em que cada um vai curtir sozinho com os próprios amigos, o tempo com a família e - por que não? - o tempo em que cada um vai aproveitar sozinho (é... eu preciso ficar sozinha às vezes...). Mas [CARAAAAAAAAAAAALHO!!!!] metade dos meus amigos que começou a namorar nos últimos seis meses parou de sair (não estou considerando os que pararam de sair por motivos profissionais, academicos, familiares...), não procura mais os amigos (nem por orkut), não se interessa mais pelos assuntos que se interessava antes do namoro, muda totalmente as preferências só para agradar a outra parte...
Aí o namoro acaba e o que sobra é uma pessoa que não se lembra da própria personalidade, das próprias preferências, meio perdida, afastada dos amigos...
Então, pessoas... namorar (pelo menos para mim) não é sobrepor duas vidas, duas pessoas, e sim compartilhar uns bons pedaços. Nunca a totalidade.
PRONTOFALEI!